19 de novembro de 2009

Plastic Design

A descoberta do acrílico foi um marco na minha infância/pré-adolescência. Que o diga minha amiga Luciana, que se encheu de ouvir coisas sobre o acrílico, que ela tinha que comprar réguas, esquadros e trasferidores de acrílico para as aulas de desenho/geometria porque não quebravam como plástico, que o acrílico era bom e o acrílico aquilo... (sim, eu era uma criança normal) 
Eu não conheci meu avô materno, mas reza a lenda que as primeiras facas com cabo plástico impressionaram muito ele. Eu entendo ele. Realmente impressiona. 
Minha prima, Mariama, ministrou uma oficina no Revela Design, que resultou em uma instalação toda de garrafas PET no Pátio São Pedro. Tô começando a achar que isso é genético.
Materiais "plastificados", de uma maneira geral, sempre me fascinaram. Eu acho massa uma coisa sair de uma fôrma pronta, sem emendas... 100 anos para se degradar naturalmente. 
É fascinante pensar que se pode fazer de um tudo de plástico ou polímeros ou acrílico ou silicone ou resina... Móveis, sapatos, panelas, pentes, tijolos... 
Comprar uma melissa não é como comprar uma sandália de couro. Eu tenho uma melissa aranha a uns 15 anos (desde que meu pé parou de crescer) e ela tá novinha. Eu lavo com sabão e escova e tá nova. A sandália de couro leva uma chuvinha e já não é a mesma. 
Já dizia meu avô: Plástico é o futuro!




Luminária de canudos - Scott Jarvie



Forminhas de bolo


Teclado


Aneis de acrílico



Cadeira da JSPR - coleção Plastic Fantastic (clique na imagem para ver maior)



Bangle de resina Sobral




Melissa Scarfun




Colar de acrilico da Plastique




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